Traços finos, trejeitos femininos

Hábitos, quem não os tem? Virtuosos ou viciosos, todos tem seus hábitos. Ao longo dos tempos, desenvolvi um hábito quase mórbido. Todos os dias, enfio-me em uma livraria. Digo uma, mas na verdade enfio-me em três livrarias. (uma por vez, evidentemente)

Diariamente, percorro três das livrarias Tijucanas, próximas a praça Saens Peña. Todos os dias, os livros são sempre iguais. Não, não há nenhum título novo. Não, nem um sequer. Quando ocorre ter título um novo, não me ocorre ter o dinheiro para compra-lo, de modo que fico indiferente aos títulos novos. Sou um leitor de contra-capas. Quando muito, prefácios. Fico pelos cantos, procurando pontos cegos à sombra de pilastras, onde possa ler prefácios e contra-capas.

Num dia desses, eis que encontro um grande amigo meu, numa destas livrarias: – Augusto. Augusto é músico. Augusto é violonista; violonista Erudito. Um belo instrumentista, devo dizer. Alias, houve tempo em que sonhei ser músico. Sim, músico. Ao passar por um piano, doía-me a alma.Vinha-me a mente vertiginosas melodias cantáveis de Chopin, e pensava: – “Se toco num piano, torno-me o melhor interprete de Chopin de nosso tempo” e delirava: – “Não apenas de nosso tempo, de todos os tempos”. Em meu devaneio, nem o próprio polonês tocaria suas obras tão fidedignamente quanto eu.

Mas o fato é que nunca toquei num piano. Manuseei baterias, baixos, violões acústicos, guitarras elétricas, o diabo. Mas nunca um piano. Minto: – Por três meses tive um piano digital em meu quarto. E o vendi, a preço de batatas.

Mas não é sobre isso que eu iria falar, estou divagando. Encontrei-me com Augusto, o músico erudito, e logo nos sentamos a tomar café. Estávamos na “Saraiva Mega Store”, no interior do Tijuca Shopping, que, como livraria, é uma excelente mega store. Papeávamos.

Logo, o café chega. Com ele, chega também uma menina. Chega uma menina que se acomoda a algumas mesas de distância da nossa. Ocupo-me do meu café, mas há um sobressalto notável em Augusto:

– Miceli
– Diga.
– Viste aquela menina?
(Olho brevemente, de relance, ainda provando do primeiro gole de café) – Sou um rapaz comprometido, não observo meninas (esquivando-me)

A menina indiferente estava lá, impassível, ornamentada como um pavão. (Digo menina, mas tratava-se de uma donzela de seus 20 e poucos anos) Augusto investe em seu primeiro gole de café, ainda entretido pelo pavão, digo, pela menina, de modo a quase banhar-se grotescamente com o liquido cafeinado.

– Vou até lá  (decidiu-se, após o primeiro gole perigoso)
– Vá
– Alias, não vou.
– Por que não?
– Serei esnobado.
– Por que diz isso?
– Sei de minhas limitações. Esta não é para o meu bico. Serei esnobado.
– Tem razão. Provavelmente será esnobado…
– Belo amigo é você!
– Você quem disse!
– Não era para concordar!
– …
– Vou até lá (resoluto)

Desta vez, foi mesmo. Chegou à mesa da menina, disse algo (para mim, inaudível.) Ela franziu o cenho, como se estranhasse. Enfim, talvez por educação, recebeu-o em sua mesa. Deram a conversar. Observo tudo a distância, apreensivo. Temia ter de pagar minha conta e a de Augusto, sozinho (vejam bem: – Não sou avarento) A conversa se estende; 10, 15 minutos. Finalmente, ergue-se a menina, toma seus pertences, e parte. Augusto volta com ar algo triunfante: – “Tenho meu charme”, refletiu em voz alta. – “Sim, consegui o telefone”, informou-me, derradeiramente.

Passaram-se dias. Talvez até algumas semanas. Não mais tive contato com Augusto. Na verdade, não somos amigos de contato frequente. É uma daquelas amizades que se conserva à distância. Você sabe que pode aciona-la a qualquer momento, mas não aciona (por preguiça ou algo do tipo) No entanto, ele me liga, passados estes dias (ou semanas)

– Miceli?
– Sim.
– Estou deprimido.
– Na última vez que o vi, parecia entusiasmado…
– Sim. Mas agora me deprimo…
– Motivo?
– O mesmo do entusiasmo.
– O pavão?
– A menina.
– A menina… (pausa para ajeitar-me ao telefone) O que houve?
– Você não vai acreditar, Miceli, não vai acreditar…
– Conte-me.
– A menina, Miceli… – é lésbica.
– Lésbica?
– Sim.
– Muitas meninas são lésbicas, hoje em dia…
– Sim, Miceli. Mas esta não podia ser, esta não podia ser…
– Por que não?
– Porque a amo. (sim, músicos são passionais)

Fez-se um silêncio ensurdecedor, só rompido por minha infame curiosidade:

– Por que raios, então, deu-te o telefone?
– Vá saber, Miceli! Vá saber!

Fez-se novo silêncio. No entanto, agora quem o rompe é o próprio Augusto, com a resignação digna daquele que confessa:

– Na verdade, sei.
– Sabe?
– Sim…

Temi perguntar. A confissão então continuou, sozinha, com o fluir natural das confissões:

– Disse-me que empatizou com meus traços finos…
– …
– … E meus trejeitos femininos…

Segunda via; documentos.

O Rio de Janeiro é uma cidade de extremos. Há bairros pomposos, de primeiro mundo. Lamborghinis, Porsches, Ferraris… Uma orla suntuosa e picolés e garrafas d’água a 10 reais. Sim, 10 reais. Mesmo turistas abastados teriam dificuldade em sobreviver 1 mês sequer nestes bairros (ainda que vivendo d’água e picolé)

Há também os bairros devastados. Valões, ratos, lixões, ratos… Miséria total, sem economia. Outro dia estava eu a caminhar pela rua Maxwell, à beira do rio Joana (os índios tamoios costumavam chama-lo “Andirá-y”; significa “Rio dos Morcegos”) Quem mora por estas bandas ou passa por aqui não vê um rio, vê um valão. Mas os índios viam um rio, na época deles. Viam o rio e viam também os morcegos. Hoje restaram apenas os morcegos.

Mas não era sobre isso que eu ia falar, estou divagando. Estava eu a caminhar à beira do Rio dos Morcegos. Repentinamente sou abordado:

– Passe-me tudo!
– Como?
– Passe-me tudo! Um assalto! (esclarece)
– Tenho apenas a carteira. (tensão)
– Pois passe-me a carteira.!
– Passo… Mas retiro os documentos, primeiro.
– Não! Passe-me toda a carteira, rápido! Toda a carteira ou dou-lhe um tiro na cara!

O Rio de Janeiro é a cidade dos extremos, como eu ia dizendo. Não há meio termo. Passei toda a carteira, até o ultimo folheto de extrato bancário e comprovante fiscal retorcidos. O sujeito se foi.

Antes mesmo que este sumisse de vista, me dei conta: – “Sou um indigente; um indigente à beira do Rio dos Morcegos.” Caminhei para casa, consternado. Entrei. Abri a geladeira e tomei meu primeiro copo d’água como indigente (tinha o mesmo gosto d’água de outros tempos, no fim das contas)

No dia seguinte, fui retirar a segunda via dos documentos. Ouço todos falarem: – “Tirar segunda via de documentos é um inferno ! Um inferno!” Com efeito, nascer é mais fácil do que provar que está vivo. Já no primeiro dia de inúmeras tentativas, descobri isso.

Cheguei no local, fui atendido por uma moça:

– Bom dia.
– Bom dia.
– Posso ajuda-lo?
– Sim.
– Em que posso ajuda-lo?
– Segunda via, documentos.

Ela manifestou um gentil sorriso. Pensando bem, não sei se foi um gentil sorriso de compaixão, por saber o que eu haveria de passar, ou um gentil sorriso de deboche, por saber o que eu haveria de passar. Enfim, a moça afundou os olhos no monitor do computador, e deu a digitar. Do balcão, olhei ao redor: – Uma porção de indigentes; todos sentados. Minto, na verdade havia alguns de pé, também; eram muitos indigentes e não havia lugar para todos.

Finalmente ela termina algum procedimento, vira-se, pergunta:

– O Senhor trouxe os documentos?
– Documentos?
– Sim. Os documentos para tirar a segunda via dos documentos.

O Decálogo de Vladimir Lennin

Observem o “Decálogo” desenvolvido por Vladimir Lennin em 1913, afim de conduzir o processo “revolucionário” e instituir o Comunismo como base governamental e me digam qual destes “10 mandamentos” já está em voga no Brasil atual:

1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;

2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação em massa;

3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;

4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;

5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo

6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no Exterior e provoque o pânico e o desassossego na população;

7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;

8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;

9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes, nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa;

10. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.

Para concluir, há ainda a regra de ouro composta pelo mesmo autor: – “Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é.”

O mito da “supra-raça virginal”

“Motoristas reclamam de pedágio cobrado por Índios entre Rondonia e Mato Grosso. Cinco ocorrências de extorsão foram registradas.”

Ora, os Indios não são uma supra-raça virginal, inocente e ingênua, que andam nús como na época da criação do mundo, e vivem em perfeita harmonia entre si e com a “Mãe Natureza” ?

Não.

Inclusive muitos deles eram antropófagos (canibais) e/ou sacrificavam crianças em rituais, isso antes do “maldito” Cristianismo “opressor” chegar e por alguma ordem na bagunça.

Eternos e Universais

Estava eu lendo “Uma antologia do Canone Pali” e deparei-me com o seguinte ensinamento, atribuído a Siddhāttha Gotama (Buda);

Majjhima Nikaya 26

“Quando ainda era eu um não-desperto, estando eu próprio sujeito ao nascimento, envelhecimento, doença, morte, tristeza e impurezas, andava eu em busca do que estava igualmente sujeito ao nascimento, envelhecimento, doença, morte, tristeza e impurezas.

Então considerei o seguinte; ‘Por que, estando eu próprio sujeito ao nascimento, envelhecimento, doença, morte, tristeza e impurezas, estou a andar em busca do que também está sujeito a estas coisas?’

Suponha que eu, estando sujeito a estas coisas e nelas vendo um perigo, for em busca do não-nascido, do que é isento de envelhecimento e doença, da não-morte, do que é isento de tristeza e impurezas e da suprema cessação de todos os liames, isto é, da busca do que é o Nirvana?”

Logo ocorreu-me o patente paralelo com o ensinamento atribuído a Jesus Cristo no Evangelho de Mateus, Capitulo 6, versículos 19-21, que nos diz: –  “Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde os ladrões arrombam e furtam; mas ajuntai para vós tesouros nos céus, onde nem a traça, nem a ferrugem corroem e onde os ladrões não arrombam nem furtam; pois onde está o teu tesouro, aí também estará o teu coração”

Ensinamento também exposto no Evangelho de Lucas Capitulo 12, versículo 33: – “Fazei bolsas que não fiquem velhas, um tesouro inesgotável nos céus, onde o ladrão não chega nem a traça rói”

Dada a diferença de séculos entre os dois e os meios culturais totalmente distintos, há de se notar a verdade evidente: – Tratam-se de ensinamentos Eternos e Universais.

“Não penseis que vim revogar a Lei”

“Miceli, já li a Bíblia algumas vezes e não me lembro de alguma passagem que Jesus diga ser contra o amor entre pessoas do mesmo sexo.”

Abrimos o livro Levítico, Capitulo 18, e nos deparamos com a seguinte passagem: – “Eu sou o Eterno vosso D’us, guardareis os meus estatutos e as minhas normas. Quem os cumprir encontrará neles a vida”

Dentre dezenas de proibições sexuais que se seguem, encontramos no versículo 22: – “Não te deitarás com um homem como se deita com uma mulher. É uma abominação.”

Conclusão: – Não sei que espécie de Bíblia os cidadãos têm lido, mas deve ser uma edição revisada e convenientemente editada. Irão replicar: – “Mas isso não está no Evangelho! Está na Lei de Moisés!” Vejamos então o que Jesus diz sobre a Lei de Moisés: Evangelho de Mateus, Capítulo 5, versículos 17 ao 19: – “Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; Não vim revogar, mas cumprir. Em verdade vos digo; Enquanto houver Céus e Terra, de modo algum será omitida da Lei a menor letra ou o menor traço até que tudo se cumpra. Aquele, pois, que violar um só destes Mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado “menor” no Reino dos céus; Mas aquele que os praticar e os ensinar, será chamado “grande”, no Reino dos céus.”

Jesus Judeu

Tenho muitos amigos católicos e evangélicos (e até alguns ortodoxos). Todos cristãos, que comungam dos testemunhos acerca de Jesus Cristo. Mas um assunto é sempre motivo de discussão, quando não de confusão e até divisão; O culto religioso a Maria, bem como a todos os santos.

Vejo em inúmeras postagens católicos fazendo apologia a adoração de Maria, como “Mãe de Deus” e Evangélicos encolerizados, dizendo que trata-se de uma blasfêmia, de idolatria, assim como seria blasfêmia e idolatria o culto aos Santos. Um grandioso imbróglio teológico que parece não ter fim e que, infelizmente, promove a divisão dos seguidores de Jesus Cristo, fato esse alarmante se considerarmos as próprias palavras de Jesus, que nos diz: – “Aquele que não está comigo está contra mim. E aquele que comigo não ajunta, espalha”

Pois bem, esta bagunça medonha não estaria “espalhando” o que Jesus veio juntar ?
Deixem-me contar-lhes uma novidade, então (“Novidade” já conhecida mas aparentemente esquecida) Jesus era judeu, nascido no que hoje corresponde a Palestina. Foi circuncidado. Foi instruído nas escrituras sagradas judaicas desde a infância (O que conhecemos como “Antigo Testamento” nada mais é que as Escrituras Sagradas Judaicas, com maior importância para os cinco primeiros livros, o Pentateuco, que no original Hebraico chama-se Torá).

Desde sua infância até sua morte, participou de todas as festividades judaicas, previstas na Torá (como Pesach, por exemplo, a Páscoa judaica que comemora a saída do povo judeu do Egito). O Deus a quem Jesus se referia era o Deus de Abraão, Isaac e Jacó, o Deus de Israel, e não nenhum outro Deus de sua invenção. E quando Jesus falava que nenhuma palavra da “Lei” passaria, estava falando da Torá, o Livro da Lei.

Mateus 5:17 nos diz: – “Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim revogar, mas cumprir”.

Então, para entender o que Jesus ensinava é preciso saber do que ele estava falando, que Lei era essa que ele estava ensinando e para quem ensinava. Alias, ele mesmo diz que não veio senão para as “ovelhas perdidas da casa de Israel”.

Os “adoradores” de Maria usam um versiculo do Evangelho de João em que Jesus, já na cruz, diz a seu discipulo que “esta é sua mãe”, referindo-se a Maria. Pois bem, ignorando todos os outros ditos de Jesus nos 4 Evangelhos e todas as Escrituras Sagradas citadas acima, as quais Jesus ensinava, extraindo apenas essa parte e construindo toda uma teologia em cima, isso é justificavel. Mas, conhecendo os ensinamentos de Jesus, isso é completamente insustentavel. E porque digo isso ? É simples. Pela própria boca de Jesus, temos o esclarecimento;

Quando ensinando em uma sinagoga, Jesus fora avisado que sua mãe e seus irmãos o aguardavam do lado de fora, no que Jesus perguntou: – “Quem é minha mãe? E quem são meus irmãos? Esses que estão aqui, que fazem a vontade de meu Pai, esses são a minha mãe, e esses são meus irmãos”. (Mateus 12:46-50)

Este é apenas um dos ditos em que Jesus demonstra que os laços da carne, os laços de sangue, não são importantes. E sim os laços do Espirito, tidos por aqueles que comungam da obediência das Leis de Deus, fazendo assim a vontade de Deus. Todo o problema advém das pessoas discutirem teorias, teologias e testemunhos de “segunda mão”, se é que posso usar este termo.

Discute-se a teologia dos doutores da Igreja, e dos reformadores da Igreja, ok. Mas o que está contido nos Evangelhos, de fato ? Quais são os ensinamentos atribuídos a Jesus, ali escritos? O que dizem? O que ensinam? E quanto a “Lei”? Lei que ele ensinava e dizia esta ser eterna de modo que céus e terras passarão mas ela permanecerá? Lei que ele diz ter vindo plenificar, cumprir e não anular?

Jesus por muitas vezes cita a Torá (que, como disse acima, corresponde aos cinco primeiro livros do Antigo Testamento)

“Amar ao próximo como a ti mesmo.” está no livro de Levítico.

“Nem só de pão vive o homem mas de toda palavra que vem de Deus.” está no livro Deuteronômio.

“Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento” está no livro Deuteronômio.

Se as Escrituras fossem desimportantes, ou “ultrapassadas”, Jesus basearia seus ensinamentos nelas ? E esta mesma Escritura tem a resposta para toda dúvida e polêmica exposta no inicio do texto. Ela diz: – “Somente a Deus prestarás culto religioso”. Alias, o próprio Jesus citou este trecho das escrituras, ao ser tentado no deserto, negando todo e qualquer tipo de idolatria das nações para si: – “Pois está escrito; Somente a Deus prestaras culto religioso”

Afirmou inúmeras vezes que não veio em seu próprio nome, que tudo o que diz e faz é pela vontade do “Pai”. E ao ser chamado de “bom mestre”, respondeu: – “Por que me chamais bom? Ninguém é bom, senão um, que é Deus”

Portanto, o que fazem vocês a adorar fulano, ou ciclano, ou Maria, ou José ou até mesmo Jesus? Não estão indo vocês na contra-mão do que Jesus ensinou? Não estariam vocês discutindo teorias e filosofias de homens e esquecendo as revelações dadas por aquele que veio ensinar as Leis Eternas do Espirito?

Para terminar utilizando as palavras daquele que vocês dizem ser o Senhor e Mestre de vocês: – “Por que chamam-me “Senhor! Senhor!” e não fazem o que eu digo?”