Subterfúgio Incorreto

Vejo muitos escandalizados ao ver um video, de circulação intensa na Rede Social Facebook, onde frequentadores de Praias Cariocas condenam a falta de educação de determinados grupos, a falta de modos e de trato nas areias das praias, e isto já na década de 80. Escandalizados por entender que estas críticas vinham de “Classes Dominantes” contra as “Classes menos favorecidas”, apressam-se em exclamar;

“Nazismo ! Fascismo ! Preconceito !”

Malgrado uma ou outra colocação realmente obtusa por parte dos entrevistados, o que digo é o seguinte;

As pessoas desconhecem a própria Lingua e se apegam à simbolos de chavões.

Preconceito é ter um conceito prévio sobre algo sem o devido exame crítico. Você desconhece do que fala mas já tem um conceito sobre isto, de antemão. (Seja por inclinação pessoal subjetiva, por herança cultural, etc)

No caso do vídeo, dos entrevistados cariocas da década de 80, sejam as opiniões acertadas ou não, elas não advem de preconceito. Muito pelo o contrário; São opiniões de pessoas que experimentam a situação, inumeras vezes, pessoalmente, e disso tiraram uma conclusão, um conceito pessoal.

O Conceito é; Não suportam falta de educação e imundície.

E você ? Tolera falta de educação e imundície ?

Se disser que não, chamo-o de preconceitoso, rotulando-o, e assim fujo da discussão de conceitos para um ataque pessoal, que estingue a discussão in limine.

É assim que o subterfúgio do “Politicamente Correto” funciona.

Nota I

Mal sabiam os entrevistados que, no correr de poucos anos, o simples desconforto da má educação evoluiria à ostensivos arrastões.

Nota II ( E mais importante )

As pessoas tem que parar com esse raciocinio distorcido e mentiroso de que o bolso faz o homem. Já conheci inumeros “pobres” com excelente educação. E inumeros ricos estupidos e imbecis.

Quando estou mal financeiramente, não me torno um animal. Quando estou muito bem financeiramente, não me torno um gentleman. Sou o que sou.

Esse retardo mental, instaurado por decadas de marxismo cultural, retira o foco da real discussão – A luta contra a mediocridade, o desrespeito, a violência – e trasforma tudo em luta de classes, admitindo, automaticamente, que todas essas mazelas sejam próprias daquele que é pobre.

Observem bem;

Estes, que pretensamente advogam contra o preconceito, são os primeiros a atribuir aos pobres todas estas podridões existenciais, o que definitivamente não é verdade. Tanto as mazelas como as virtudes são intrinsecas a todo ser humano, independente de classe ou da cor.

Mas a jogada é esta; Atribuir as mazelas a uma classe, a uma cor. E quando você fala contra as mazelas, eles dirtorcem, dizendo que você fala contra a classe e fala contra a cor, de modo a te taxar como “intolerante” e te extirpar de todo debate como “o vilão”.

Acordem.

Manicômio com Fronteiras e Bandeira

Só em um país onde a inversão é completa, em um manicômio com fronteiras e bandeira, o “Justiceiro” é visto com maus olhos e o marginal é visto com bons olhos.

Na exibição de matéria que cobria a retaliação de moradores à bandidos que cometiam arrastões na cidade do Rio de Janeiro, assisto dois apresentadores da Rede Globo de Televisão (que provavelmente moram em condominios que mais parecem prisões de segurança máxima) apressando-se em julgar, condenar e até mesmo estipular pena (“Tem que ser presos!”) a este grupo de moradores que resolve se reunir para reagir à agressões constantes que não enfrentam a mais minima represalia por parte das Autoridades Constituidas.

Mas na hora de falar de bandidos, marginais, assassinos e estupradores usam os termos como “Menores”; ou “Suspeitos”; Afirmam e reafirmam que os procedimentos com relação a eles tem que ser muito cuidadosos, respeitosos e na letra fria da Lei.

Que pressa em condenar o povo já condenado ! Que hesitação para chamar de vagabundo o vagabundo !

Quem defende bandido é bandido. Quem defende vagabundo é vagabundo. E quem dá ibope para uma emissora corrupta como essa, investe em uma emissora corrupta como essa. Portanto, é conivente (além de idiota)

Enfim, sem querer, num arroubo breve de revolta – do qual me desculpo, mas não completamente – encontrei a denominação perfeita para o Brasil;

Um Manicômio com fronteiras e bandeira.

Cultura da Neutralidade

A Cultura atual da neutralidade, do não tomar posição, do não tomar partido, de assistir todo o desenrolar da História do alto d’um palco de indiferença ilusória lustrado de afetação, me parece – além de covarde – uma atitude completamente obtusa e irracional.

Falo do famoso “ficar em cima do muro”; do agradar “Gregos e Troianos”.

Pois eu lhes digo;

Em uma Guerra, quem fica no meio do caminho, é alvejado pelos dois lados.

Contradição Intrínseca

Devo ser mesmo um rapaz muito burro.

Os entusiastas da ideologia de Gênero dizem que, malgrado o sexo com o qual a criança nasce, o gênero é construído por imposição cultural/social, e que portanto, é plenamente modificável, ou até mesmo inevitavel, em alguns casos, o sujeito nascer com sexo distinto à seu Genero.

Ora, se há sujeitos que já nascem com o Genero não condizente com o sexo, então nem mesmo o Genero é construção cultural/social. (dado que tais sujeitos já nasceriam com este conflito essencial)

Esta é a primeira grande contradição intrínseca do argumento.

A outra me veio agora, observando uma das metas da ONU para 2030;

A igualdade total entre Gêneros.

Se há igualdade total entre Gêneros – ou se pelo menos deve-se haver- então que diferença faz para o sujeito optar pela mudança de Genero, dado que são os dois mesmo iguais ?

Vou te contar;

Os Iluminados desta Nova Era deixam qualquer um louco. (E me parece que é exatamente isto que almejam fazer. E estão conseguindo.)

Francisco

Começo pela ressalva: – Tenho profundo respeito pela Igreja Católica. Eu mesmo fui um pequenino Católico, de família Católica. Meus avós eram seguidores fervorosos de um santo Italiano chamado São Francisco de Paula. E sim, aprendi até mesmo algumas orações Católicas em Italiano. Quem aqui conhece a oração Angelo di Dio? Muito bonitinha…

Enfim, A Igreja Católica nos deu faculdades, nos deu hospitais, nos presenteou com avanços clamorosos na Escrita, etc., etc. Agradeço brevemente também aos Cruzados: – Não fosse por eles, não haveria belas moças de cabelos esvoaçantes pelas ruas, exibindo seus belos sorrisos, nem nada do tipo. Estariam todas enterradas embaixo de alguns quilos de pano preto, com apenas os olhos respirando. Então, obrigado, Cruzados, por terem levado espadadas e flechadas para que eu veja todas as cores femininas livremente, que não o preto (é claro que a não Islãmização do mundo teve grandiosíssimas outras implicações positivas, mas veio-me esta à mente e falei)

Voltando… – Por tudo isto, digo ao meus amigos católicos: – Estão em bom lugar. “E por que não é Católico, já que é bom lugar?” Certamente aparecerá alguém perguntando isso, então deixo já aqui respondido: – Isto não é importante. Digo, a minha posição pessoal, não é importante. E por que não?

Bom, eu costumava combater em extensas discussões Teológicas e doutrinais até que resolvi fazer o simples, que é seguir as palavras do sujeito que tudo iniciou. E o que o sujeito que tudo inicio diz? Cito rapidamente a passagem, registrada no Livro de Lucas, Capitulo 9, versículos 49 e 50:

João tomou a palavra e disse: – “Vimos um sujeito trabalhando em seu nome e quisemos impedi-lo, pois ele não te segue conosco” – Jesus respondeu: – “Não o impeçais. Pois quem não é contra vós, está a vosso favor”

Lição dada, lição aprendida. Mas digo-lhes: – O líder de vocês está apropriando-se de vossa boa vontade. E como diria o adágio: – Usa de verdade conhecida para passar adiante mil tolices. Dentre as mil tolices ditas por este sujeito, em diferentes ocasiões, comentarei a seguinte, dita por ele hoje, em pronunciamento às Nações Unidas:

“Francisco condenou a ‘colonização ideológica’ na qual países ricos tentam impor seus ‘modelos de estilo de vida anômalos’ a nações em desenvolvimento.”

Li isso e refleti. Ou melhor, tomei viagem à India, ao Oriente Médio, e à Africa (em pensamento, evidentemente) Está lá o sujeito morto de fome. Cata grãos de arroz como catamos letras no teclado para digitar. Doenças aos milhares. Se não morre de fome, ou não morre de doença, há uma guerra civil. Sim: – Algum grupo resolve cortar-lhe a cabeça por um motivo torpe qualquer. Esta é a Realidade de muitos povos; a realidade herdada de sua Terra Natal, de sua “Nação em desenvolvimento.”

Ora, você não quer estragar este primor de vida, “impondo” ao sujeito o nosso “modelo de estilo de vida anômalo”, não é mesmo? Se você diz à um sujeito desses: – “Amigo, há outros meios de se viver. Venha, há aqui pratos de comida, assistência médica, alguma ordem, alguma segurança. Olhe, há até ar condicionado para o calor e aquecedor para o frio! E digo mais: – Há carros! Já andou de carro? Se não, imagine quando andar de avião!”

Obviamente o sujeito choraria dizendo: – “Não, por favor, não me imponha estas coisas! Não me imponha celulares nem computadores! Deixe-me com os grãos de arroz, pelo amor de Deus! É a minha Cultura, pelo amor de Deus!”

Que piegas, minha gente! Que piegas! Dou até mesmo exemplo mais direto, com o qual melhor nos identificaremos: – Índios. Vejam os Índios de hoje; vejam os Índios que tiveram contato com alguma tecnologia: “Não! Deixe-me aqui na minha Oca, com meus mil mosquitos e derretendo em calor descomunal! Deixe-me sacrificar o meu próprio filho em ritual, para ver se o tempo melhora e chove! Deixe-me comer o braço do meu vizinho, para matar a fome que deu!” (Sim, muitas tribos sacrificavam seus próprios filhos em rituais e muitas tribos praticavam o canibalismo)

Meus senhos, nunca vi um Índio falando uma coisa dessas. “Mas Miceli, você nunca falou com um Índio!” É verdade. Ou melhor, até falei, em evento escolar. Mas não importa: – Há mesmo documentários e reportagens em profusão que nos mostram: Os Índios preferem o modo “opressor” de viver, com todos os seus avanços “desgraçados”.

Era onde eu queria chegar. Esta falácia medonha tem que acabar. Todos que condenam o “Imperialismo” de nações desenvolvidas vivem justamente de acordo com o modo de vida proporcionado por elas. Não vi ninguém sair de uma discussão dessas, pegar a sua canoa (mesmo estando próximos a rios e mares) e sair, de volta para sua Oca. Todos pegam mesmo seus carros, voltam para suas casas, e de seu computador, escrevem suas opiniões. Vivem uma vida e advogam por outra. Se isso não é cinismo, eu não sei o que é.

Reflexão Matinal

Sento-me à mesa.

Como um pedaço de bolo. (Laranja)

Abro o jornal.

Estendo a mão à xícara de café.

Queimo a ponta dos dedos (está quente)

Leio;

“Dolar abre o dia em forte alta e supera o patamar de R$ 4,20”
“Desemprego sobe em Agosto e tem a pior taxa desde 2009”
“Banco Central piora cenário e prevê queda de 2,7% do PIB”
“Risco Brasil é o quarto pior entre os emergentes”

Pergunto;

Dentre meus ilustres amigos, para os quais falo via WordPress, há algum, ou melhor, haveria ao menos um, que por algum motivo incompreensível acredite Dilma Rousseff – a frente do Partido dos Trabalhadores – estar fazendo um bom trabalho ?

Se sim, por favor, deixe-me saber.

Preciso avaliar minuciosamente esse caso singular de esquizofrenia.

Conluio Abstruso

WASHINGTON/LONDRES – Em mais uma declaração forte após a conclusão do histórico acordo alcançado entre o Irã e as potências globais que ajudarão a monitorar o programa nuclear do país, o aitolá e líder supremo Ali Khamenei afirmou acreditar que Israel “não existirá em 25 anos” — período em que terminará boa parte dos termos do pacto.

— “Diria a Israel que eles não passarão de 25 anos existindo. Se Deus quiser, não haverá algo como um regime sionista dentro deste tempo. Até lá, a luta, a moral e o heroísmo islãmicos não os deixarão ser serenos” — criticou o aiatolá, citado pela agência estatal IRNA.

– Globo, Agencias Internaiconais. 10/09/2015

Esta declaração não é nenhuma novidade. É até mesmo um clichê, dito por muitos dos lideres islãmicos: – “Israel não deve existir! Morte aos judeus! Morte aos Estados Unidos da America, o grande satã! Morte à Europa! Morte à Roma! Morte ao Ocidente!” etc., etc. Eles reverberam estes dizeres há décadas. Há videos, há áudios. Só quem não quer, não vê. Só quem não quer, não ouve.

Ainda assim, fizeram este acordo nuclear suicida com Irã (um destes países Islãmicos manifestamente hostis ao Ocidente) O próprio Estados Unidos, tradicional aliado de Israel, tratou de encabeçar as negociações que deram a seu adversário declarado a possibilidade de contar com armas nucleares em poucos anos, incorrendo assim em ameaça explicita ao próprio pais e, principalmente, ao dito principal aliado Israel.

Mas, na verdade, não há surpresa. Sabe-se bem que as grandes nações do Ocidente estão em conluio abstruso com o Islã. Estão enfraquecendo seus próprios países com politicas imigratórias indolentes, abrindo indiscriminadamente fronteiras, empreendendo programas de assistencialismo utópicos, enfraquecendo-se militarmente, entre outras políticas suicidas.

Nada que também já não estivesse nas Escrituras ditas Sagradas. Estas nos dizem que no fim, todas; absolutamente todas as nações ficariam contra Israel. Pelo visto, está acontecendo. Já escrevi textos e mais textos desfazendo todas as falácias maquinadas e disseminadas contra Israel e o povo judeu, de modo que não ficarei me repetindo enfadonhamente. Mas, para os cristãos que, por algum motivo ainda se colocam contra os Judeus, deixo-lhes com um pequeno dito do senhor e mestre de vocês:

“Vocês adoram o que não conhecem, mas nós Judeus adoramos o que conhecemos pois a salvação vem dos Judeus.”

Evidentemente falo de Jesus Cristo, o Messias Judeu, cujo dito foi registrado no livro de Yochanan (João), Capítulo 4 , versículo 22.