Involução do Direito

“Preso, Lula custa 10 mil reais por dia, e já onerou o Brasil em 2 milhões e 700 mil reais” Mesmo em uma sociedade extremamente rica, eu acharia injusto onerar a parte justa e produtiva da população com gastos relativos a criminosos. Quanto mais injusto este cenário é nas condições de pobreza e miséria do Brasil? O sujeito gasta, POR DIA, 10 salários mínimos. Isto para não fazer absolutamente NADA; apenas para sua segurança e mínimo conforto.

Falam que as Leis bíblicas, por exemplo, são “bárbaras”. Mas lá o crime de furto ou roubo NÃO É PASSÍVEL de prisão. O sujeito simplesmente é condenado a RESTITUIR a vítima de forma integral ou até mesmo com adicionais. Vejam bem: restituir A VÍTIMA, que foi a verdadeira prejudicada com o seu crime, e não a “sociedade” ou o “Estado”. O criminoso não é isolado e enjaulado; deste modo, como ele trabalharia para restituir o prejuízo que causou à vítima? E o que a vítima ganharia com a prisão do sujeito? Com o criminoso preso, a vítima terá seus bens de volta? Pelo contrário! Estará tendo prejuízo duas vezes, pois agora terá de sustentar o criminoso na prisão através de impostos!

É claro que não estou sugerindo que importemos códigos de Leis do Antigo Oriente Médio para nossa realidade ocidental do século XXI, mas alguns princípios, como este de restituição de crimes contra o patrimônio, me parecem bastante razoáveis. A pena de morte contra homicídio é outro principio que me é caro, e segue um raciocínio muito coerente: Quem rouba um pertence, ou uma quantia em dinheiro, pode devolver esse pertence ou esta quantia em dinheiro. Mas quem rouba uma vida, poderá devolve-la? Embora tenhamos avançado inegavelmente em muitas questões, sob certos aspectos, o Direito involuiu.

Ode à convenção social

Dizer que menino veste azul e menina veste rosa pode ser uma mera convenção social. Mas dizer que não existe menino e que não existe menina; que o bebê nasce “neutro” e escolherá seu gênero no futuro, é mero retardo mental. Entre uma ideologia nociva que leva pais a confundirem seus filhos e escolas a confundirem seus alunos; que leva até mesmo ao uso covarde e perigoso de bloqueadores hormonais em crianças em crescimento, e uma mera convenção social estética inofensiva, eu fico com a mera convenção social.

Solução inconstitucional

“Frente de magistrados alerta Bolsonaro que fim da Justiça do trabalho é Inconstitucional” Tudo o que precisa ser feito no Brasil é inconstitucional. Sinal de que esta constituição tem de ir para lata do lixo.

Nota: Os magistrados alegaram que a Justiça do Trabalho “contribuiu intensamente para pacificação social nos últimos 70 anos”. Pacificação social? O Brasil, sozinho, produz NOVENTA E OITO POR CENTO (98%) de todos os processos trabalhistas do mundo! É o maior inferno que existe sobre a terra, no que concerne trabalhadores e patrões. Leis injustas, postas a cabo por sujeitos ideologicamente enviesados. O patrão é visto como um demônio de rapina, o empregado como um pobre coitado, e a justiça do trabalho como a paladina que irá proteger os pobres coitados (é claro, a peso de ouro: com salários homéricos, regalias, privilégios, etc., etc.) Perguntar para magistrados e promotores que VIVEM DISSO se a Justiça do trabalho deve continuar, é como perguntar para o cabeleireiro se você tem de cortar o cabelo: a resposta será sempre sim.

Narrativa correta

Então quer dizer que a “Globo golpista” recebia vultosas quantias em dinheiro do Governo mesmo que – diziam – queria derrubar. Agora que derrubou, foi recompensada pelo novo Governo eleito com o corte de verbas e a perda de privilégios; um agradecimento pelos serviços prestados. Algo não bate nessa narrativa desencontrada…

Vamos construir outra narrativa: A Rede Globo recebia vultosas quantias em dinheiro do Governo por ser ALIADA a ele; se limitava a denuncias de picuinhas administrativas e corrupções pontuais, escondendo todo o esquema ideológico socialista que a mantinha e justificava. O povo, que sempre teve a sensação de que havia algo errado, finalmente descobriu a verdade através de mídias alternativas, tratou de eleger um presidente para desmontar esse esquema, e foi exatamente o que o eleito fez: desmontou o conchavo criminoso entre Governo Federal e grande midia; governo que COMPRAVA apoio e desinformação das maiores plataformas de mídia no país através de uma distribuição totalmente desproporcional de verbas públicas. Felizmente, acabou.

A fórmula do sucesso

Não há segredo para se fazer sucesso. É só escolher um nicho e falar exatamente o que aquele nicho quer ouvir. Por exemplo: entre numa página do Bolsonaro e escreva: “Viva Bolsonaro!”, e você terá um milhão de curtidas. Entre numa pagina do PT e escreva: “Lula Livre!”, e você terá um milhão de curtidas. Entre numa página de quem quer emagrecer e escreva: “Eu perdi 20 quilos só bebendo água com limão e você pode perder também!”, e terá um milhão de curtidas.

Enfim, ser famoso não é difícil: basta ter uma boa dose de superficialidade, ser aproveitador e não muito sincero, pois você não estará dizendo ou pregando o que realmente acredita, mas o que sabe que as pessoas querem ouvir. Todas as celebridades, sem exceção, fazem isso (já perceberam que eles pregam uma vida que não levam?) Por outro lado, o difícil – e talvez seja a verdadeira arte – é buscar algo que é universal no espírito humano; que transcende todos os nichos e abarque todos eles. Não é uma tarefa fácil. Poucos conseguem chegar lá, e por dedicarem uma vida inteira somente para isso, acabam negligenciando outras áreas e não raro morrendo de fome. A quantidade de gênios que terminaram muito mal não está no gibi, meus amigos. Já para o idiota não falta público, uma carreira, e uma estrela na calçada da fama.

Superficialidade das massas

Política é para poucos. Por que a Esquerda geralmente leva vantagem? Porque ela leva em consideração a superficialidade das massas. Você, que é bem informado, que sabe que o filho do General é concursado, tem 18 anos de carreira, é pós-graduado e apto a função, vê com muita naturalidade e até justiça sua promoção ao cargo de confiança. Mas o sujeito comum que trabalha 10 horas por dia, que não está por dentro dos pormenores e se informa apenas pela grande mídia, lê a manchete: “FILHO DE VICE PRESIDENTE É INDICADO PARA CARGO DE CONFIANÇA E PASSA A GANHAR 37 MIL REAIS” Qual é a IMPRESSÃO que o cidadão comum tem? “O mau e velho nepotismo… pensei que fossem diferentes” Vocês entendem? Você não pode presumir que TODOS tenham o mesmo nivel de informação e escrutínio que você; a politica de massas é um jogo de imagens e impressões. Você cava fundo e não se deixa levar pela grande mídia? Ótimo. Você é um sujeito racional que não se deixa levar por jogo de palavras e impressões? Ótimo. Mas veja bem, o povo brasileiro não é você ou o seu grupo; são 200 milhões de pessoas. Muitas delas ainda dependem quase que completamente de uma mídia podre e vendida, e tudo o que ela precisa é munição.

Abate como dissuasão

Enquanto a política de engajamento da Força de Segurança Nacional em Estados em calamidade não for o ABATE, ela estará enxugando gelo. E o pior: com o nosso dinheiro. Se o sujeito souber que se for pego incendiando ônibus levará um tiro na testa, ele não o faz. Mas ser preso ou “apreendido” (no caso de menores de idade) é mamão com açúcar; ainda mais com o nosso código penal que é feito para deixar marginais com extensa ficha corrida nas ruas.

Quando se fala em “abate”, as pessoas logo pensam em carnificina, mas na verdade trata-se de dissuasão. Ninguém é maluco de pôr sua vida em risco por pouca coisa, quanto mais para fazer baderna, de modo que apenas a ameaça do abate já diminuiria e muito as convulsões sociais causadas por criminosos. O engajamento “humanizado” causa o efeito contrário: o marginal é encorajado pela impunidade e suas ações caóticas acabam vitimando inocentes; estas são vidas que seriam poupadas caso a politica de engajamento correta fosse implementada. Ou seja, uma abordagem mais “humana” causa aquilo mesmo que ela quer evitar: violência e mortes. E não contra criminosos; aqueles que causam o caos, mas sim contra inocentes – pagadores de impostos e cumpridores da Lei como eu e você.