Four more years

Neste mês comemora-se a “herança hispânica” nos Estados Unidos da América. E o presidente Donald J. Trump – como não poderia deixar de ser – discursou para latinos num evento comemorando esta data. Daí você pode se perguntar: “No Jornal Nacional, eu vejo que Donald Trump não gosta de latinos e é xenófobo. Ele deve ter tido uma recepção muito ruim nesta comunidade, certo?” ERRADO. Tudo que Donald J. Trump ouviu foi “Four more years!” Em outras palavras: “Quatro anos mais!” Sim, meus amigos, os hispânicos e os latinos querem mais 4 anos de governo Donald J. Trump. Motivo? Simples. A taxa de desemprego na comunidade latina é simplesmente a MENOR de todos os tempos, com 315 mil latinos deixando a linha de pobreza somente no ano de 2017. A grande reforma tributária (eliminando taxas e tributos) bem como a eliminação de regulamentações burocráticas causaram um BOOM econômico que favoreceu pequenas, médias e grandes empresas, gerando empregos e incentivando o empreendedorismo. Muitos hispânicos que tinham uma vendinha ou um pequeno negócio prosperaram no ano que passou e abriram duas, três, quatro filiais. Enfim, é o livre mercado, é a iniciativa privada – tudo alicerçado numa moral cristã de núcleo familiar e na garantia da Lei e da Ordem – dando o fruto que sempre deu: paz e prosperidade. Enquanto isso, nós chafurdamos com o Socialismo aqui no Brasil; com ideologias estéreis e imorais que não produzem nada além de destruição. E estamos em pleno século XXI, meus amigos… dá p’ra acreditar?

Trump venceu o Mundo

Eu não sei quanto a vocês, mas vejo crescer o numero de adesivos em carros com o seguinte dito: “O mundo pode até querer te fazer chorar, mas Donald J. Trump quer te ver sorrindo” E embora muitos não entendam, ontem deu-se mais uma razão para os amantes da liberdade e do REAL livre comércio festejarem o Imperador do conservadorismo e liberalismo clássico americano.

De um lado, os represetantes de Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Japão e Itália. De outro, Donald J. Trump. Angela Merkel – chanceler alemã e “mulher” macho – debruçou-se sobre a mesa e impôs: “Vai assinar!” Donald, sentado, cruza os braços: “Me obrigue” Criou-se, então, todo um hiato entre os EUA e a Nova Ordem Mundial, que no que diz respeito a comércio, está encarnada na OMC (Organização Mundial do Comércio)

Como o modo de proceder dos globalistas é o mesmo dos comunistas, ou seja, a INVERSÃO TOTAL em que o adversário é culpado do que você mesmo faz, Donald vem sendo acusado de “protecionista” e “contra o livre mercado” simplesmente por fazer A MESMA COISA que dezenas de países JÁ FAZEM contra os EUA há anos: taxar absurdamente seus produtos, prejudicando empresas e trabalhadores americanos que levam tremenda desvantagem no mercado internacional contra produtos baratíssimos subsidiados de outros países (como a China, por exemplo) Ou seja, ele simplesmente mostrou a todos o que ELES MESMO FAZEM, e súbito, tornou-se o vilão da História.

Para completar, Trump chegou QUARENTA E CINCO MINUTOS atrasado e saiu mais cedo numa reunião que tratava de “igualdade de gênero”, demonstrando que não estava nem aí para o assunto. Na reunião contra “aquecimento global e mudanças climáticas”, nem apareceu (é mais uma daquelas reuniões em que os EUA são obrigados a tudo – a “salvar o Mundo”, enquanto os outros não são obrigados a nada. Apenas uma forma de prejudicar a economia americana com regulações esdruxulas, como demorar 20 anos para construir uma rodovia por “questões ambientais”) Eu não sei quanto a vocês, meus amigos, mas já encomendei o meu adesivo: “O mundo pode até querer te fazer chorar, mas Donald J. Trump quer te ver sorrindo”

Winning Bigly

Os que me acompanham há mais tempo sabem que, em 2016, fiz uma cobertura especial das eleições norte-americanas (foi isso que me lançou de um mero escritor de timeline de facebook para… bem, continuo sendo um mero escritor de timeline de facebook) Não houve um discurso que eu não anunciasse, traduzisse, pintasse em cores vivas, etc. etc. – discursos estes do candidato a Imperador do mundo inteiro, Donald J. Trump, é claro. E aí ele venceu, iniciando uma sequencia de vitórias desconcertantes na execução de todas as suas promessas de campanha: Corte de taxas e tributos, reaquecimento da economia, aumento da oferta de empregos, empresas que estavam no exterior voltando aos EUA, defesa da herança cultural judaico-cristã, controle na imigração até então descontrolada, solução para península das Coreias, saída do desastroso tratado nuclear com o Irã, etc., etc. É vitoria atrás de vitória, êxito atrás êxito, sem parar – todo dia aparece uma conquista nova.

Hoje mesmo tivemos mais uma. O Imperador pegou, pelo rabo, cinco dos mais procurados terroristas do Estado Islamico (ISIS) Ninguém conseguia capturá-los, e o Imperador capturou – dizem – com as proprias mãos. Bem que o excelso Donald dizia, na corrida presidencial, aos americanos: “Nós vamos vencer, vencer e vencer! E quando já estivermos cansados de vencer, VAMOS VENCER MAIS!”

Lealdade Imperial

O pessoal é muito volúvel. Ama Donald Trump por ir contra o establishment e o politicamente correto. Odeia Donald Trump por medidas economicas supostamente “protecionistas”. Ama Donald Trump por cortes tributários e o boom na Economia; recorde de empregos gerados. Odeia Donald Trump por suposta “Intervenção desastrosa” na Síria. Ama Donald Trump pela reaproximação das Coreias, etc., etc. Um dos poucos que sempre se manteve fiel ao Imperador do Mundo é este escriba que vos fala…

(Demo Danado) – Oprah 2020.

Soco na boca

Na era do “diálogo”, em que muito se dialoga e pouco se faz, o Imperador da compreensão mútua entre os povos, Donald J. Trump, faz o contrário: primeiro ele faz, depois ele dialoga. Resolveu sobretaxar a importação de alumínio e Aço. Foi lá e fez. Não perguntou nada a ninguém. Quando as economias que exportam para os EUA começaram a reclamar, o Imperador respondeu: “Podemos negociar, mas só se nos tratarem bem”

E aí eu não sei se vocês entendem… Todos sabem que é a economia americana que mantém o mundo funcionando; é o vigor dela que alimenta muitas outras economias. Ademais, os EUA são “a policia do mundo”; seu poderio militar mantem o equilibrio minimo no globo, sem o qual já teriamos implodido em algumas outras tantas guerras mundiais. É claro que tudo isso custa dinheiro e é claro que os EUA pagam praticamente sozinhos. Não obstante, vejam: a propaganda antiamericana nos quatro cantos do globo é maciça. O lobby antiamericano em tratados internacionais é maciço. E o Imperador cansou.

A medida que tomou não só protege pilares fundamentais da economia interna americana contra manobras exteriores (A China e a India, por exemplo, sobretaxam produtos americanos e todo mundo acha bonito) como serve, também, para lembrar a dependência que muitos outros países têm, e que seria bom que demonstrassem algum respeito. Vejamos o caso do Brasil: o país tem uma propaganda interna totalmente anti-americana e pró-bolivariana/socialista. Economicamnte, participa do BRICS – bloco comercial que inclui os principais adversários economicos, ideologicos e militares americanos: Russia, China e India. Ainda assim, a Indústria Siderurgica Brasileira é amplamente dependente das exportações para os Estados Unidos, o que obriga o Brasil a sentar e negociar – malgrado toda sua má vontade e inclinação para o outro lado.

Eu não sei quanto a vocês, mas acho essa estratégia de negociação muito interessante e eficiente: primeiro dá-se um soco na boca do folgado, depois chama-o para sentar e tomar um cafezinho. Aliás, esse mesmo método funcionou com o “supremo líder” norte-koreano Kim Jong-Un, que antes de Donald J. Trump queria explodir o mundo inteiro, agora quer apenas marcar um encontro com o Imperador e pedir desculpas.