Abate como dissuasão

Enquanto a política de engajamento da Força de Segurança Nacional em Estados em calamidade não for o ABATE, ela estará enxugando gelo. E o pior: com o nosso dinheiro. Se o sujeito souber que se for pego incendiando ônibus levará um tiro na testa, ele não o faz. Mas ser preso ou “apreendido” (no caso de menores de idade) é mamão com açúcar; ainda mais com o nosso código penal que é feito para deixar marginais com extensa ficha corrida nas ruas.

Quando se fala em “abate”, as pessoas logo pensam em carnificina, mas na verdade trata-se de dissuasão. Ninguém é maluco de pôr sua vida em risco por pouca coisa, quanto mais para fazer baderna, de modo que apenas a ameaça do abate já diminuiria e muito as convulsões sociais causadas por criminosos. O engajamento “humanizado” causa o efeito contrário: o marginal é encorajado pela impunidade e suas ações caóticas acabam vitimando inocentes; estas são vidas que seriam poupadas caso a politica de engajamento correta fosse implementada. Ou seja, uma abordagem mais “humana” causa aquilo mesmo que ela quer evitar: violência e mortes. E não contra criminosos; aqueles que causam o caos, mas sim contra inocentes – pagadores de impostos e cumpridores da Lei como eu e você.

Publicado por

O Lenho Verde

"Aquele que fala por si mesmo está buscando o seu próprio prestígio. Mas quem busca o prestígio daquele que o enviou é verdadeiro, e nele não há falsidade."

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