Decepando a Hidra Vermelha

Sabem aquelas cenas de filme em que duas infantarias se enfrentam num combate sangrento, e quando tudo parece perdido, surge a cavalaria triunfante passando todos ao fio da espada? Pois então, meus amigos, o Brasil tem seu cavaleiro mor: o Juiz Sérgio Fernando Moro.

Quieto, sumido, ninguém tinha notícias do nosso magistrado de queixo quadrado… Súbito, surge ele do alto do monte (não é o monte do cabo Daciolo), há cinco dias das eleições, montado num cavalo branco – ou melhor – numa delação de Antonio Palocci que extermina de vez a já decrépita imagem de Luiz Inácio Lula da Silva e do Partido dos trabalhadores (PT)

Na delação, o ex-ministro denuncia indicações criminosas de Lula para Petrobras, visando compra de apoio político do Partido Progressista (PP), fazer agrados à Odebrecht, e desviar verbas da Estatal para campanha de Dilma Rousseff. É crime atrás de crime, corrupção em cima de corrupção, e com tantos feitos escandalosos (incluindo articulações com grupos terroristas como as FARC e queimas de arquivo de desafetos do PT), é impressionante que o ex-presidente tenha sido condenado “apenas” por um apartamento no Guarujá. Seja como for, eis que nosso paladino da Justiça – Sergio Moro – surge mais uma vez… Montado num cavalo branco, com seu queixo duro e quadrado, cortando as cabeças da Hidra Vermelha que saqueou o Brasil.

Publicado por

O Lenho Verde

"Aquele que fala por si mesmo está buscando o seu próprio prestígio. Mas quem busca o prestígio daquele que o enviou é verdadeiro, e nele não há falsidade."

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