Bandeiras da Repressão

Dennis Prager, Alex Jones, David Horowitz, Gavin McInnes e Robert Spencer. O que todos este influenciadores têm em comum? Sim, são todos, poder-se-ia dizer, “conservadores”, que militam contra a agenda progressista nos Estados Unidos da America. E talvez justamente por este traço em comum, eles tenham um outro: todos estão sendo boicotados, tendo seus perfis e páginas derrubados em Rede Sociais, acusados de “discurso de ódio”. Este boicote em rede sociais já não é novidade, mas vejam a que ponto a coisa chegou… Agora, até mesmo empresas como VISA e MASTERCARD estão se RECUSANDO a prestar serviços a estes institutos ou pessoas que estejam na lista negra do “discurso de ódio”. É impossível para eles processarem doações daqueles que queiram participar dos projetos, simplesmente porque as bandeiras dos cartões de crédito não permitem. Ou seja, há um conluio GERAL de TODOS OS SETORES contra aqueles que discordem, no mais mínimo que seja, dos dogmas impostos pelo multiculturalismo, feminismo, divida histórica racial, ideologia de gênero, aquecimento global, etc., etc.

Mais grave do que isto é considerarmos duas questões: A primeira é que se esta censura ABERTA E ESCANCARADA está acontecendo nos Estados Unidos da América – terra famosa por valorar princípios como liberdade individual e liberdade de expressão – quão mais facilmente não será implementada em países de povos naturalmente apáticos e de legislação autoritária como o Brasil? Nos EUA ainda há uma cultura de liberdade, governo limitado, e meios legais para se lutar. No Brasil, que resistência teremos? A segunda questão ainda mais assombrosa é a seguinte: Até que ponto estamos colocando nossa sobrevivência e nossos meios de ação nas mãos de terceiros? Basta uma companhia ou duas decidirem que não temos mais direito a expressão e que não podemos mais colocar nosso dinheiro onde queremos que estamos completamente relegados ao ostracismo.

E pensar que ainda querem acabar com o dinheiro em espécie, meus amigos… Que ainda querem implementar chips através dos quais vocês tenham acesso a todos os serviços (substituindo cartões de crédito, chaves, crachás, senhas, etc., etc.) Agora imagine você totalmente dependente de um chip como esse, para fazer o básico do seu dia a dia. E imagine que alguém “denuncie” que o seu discurso é de ódio, simplesmente porque você deu a sua opinião. Então desligam o seu prático e sofisticado chip, e súbito, você não consegue nem mais comprar um caldo de cana na pastelaria da esquina.

Publicado por

O Lenho Verde

"Aquele que fala por si mesmo está buscando o seu próprio prestígio. Mas quem busca o prestígio daquele que o enviou é verdadeiro, e nele não há falsidade."

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