Words, words, words

Quando campeão do mundo pela Alemanha em 2014, o filho de imigrantes teuto-turco Mesut Ozil dizia-se perfeitamente integrado e feliz em participar da seleção Alemã – vitorioso e bem-sucedido. Passados 4 anos, o futebol do meio campista desapareceu, e ele foi apontado como um dos piores jogadores na eliminação precoce da Copa da Rússia. Sua justificativa para as criticas por má atuação? “Xenofobia” e “Intolerância” alemãs. Você entendem? Quando o elogiam, é “obviamente” pelo seu excelente futebol. Quando o criticam, é por uma “Xenofobia” implícita e sub-reptícia. Daí inferimos que o imigrante na Europa só possa ser elogiado, jamais criticado, pois a critica seria sempre fundamentada num “preconceito velado” Assim como criticar Barack Hussein Obama por sua administração catastrófica no governo dos Estados Unidos era “racismo implícito”, e assim como apoiar o Impeachment de Dilma Rousseff por improbidade administrativa foi “Misoginia” e “Machismo” De problemas reais a serem resolvidos no mundo, estas palavras tornaram-se apenas rótulos a serem grudados como pecha na testa de detratores, ou como manto de defesa para própria incompetência; já não têm mais nenhuma significação real. “Words, Words, Words” como diria Hamlet… Nada mais.

Publicado por

O Lenho Verde

"Aquele que fala por si mesmo está buscando o seu próprio prestígio. Mas quem busca o prestígio daquele que o enviou é verdadeiro, e nele não há falsidade."

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