La galerie des femmes fortes

Para quem diz que a mulher sempre foi excluída da vida pública, principalmente de cargos politicos de poder e liderança, seria bom que lembrassem, por exemplo, os anos 1643 e 1644. No primeiro, Ana da Áustria governou a França. No segundo, Cristina da Suécia subiu ao trono de seu país. A década se mostrava tão soberanamente feminina – e vejam bem, meus amigos, século XVII – que o escritor Pyerre Le Moyne publicou “La galerie des femmes fortes” (A galeria das mulheres fortes), onde louvava personalidades femininas como Clélia de Roma, Judite, Joana d’Arc, etc, etc. Lembrando que nessa época, “empoderada” significava ser capaz de realizar grandes feitos heróicos e de sabedoria pelo seu povo, e não ter o “direito” de beber até cair, ter uma vida promíscua, não se depilar, pesar 200Kg ou fazer aborto.

Publicado por

O Lenho Verde

"Aquele que fala por si mesmo está buscando o seu próprio prestígio. Mas quem busca o prestígio daquele que o enviou é verdadeiro, e nele não há falsidade."

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