And Justice for all

Não pensem que o fenômeno de proteção a marginais e cerceamento de ações policiais é um fenômeno apenas canarinho. Na Inglaterra, Leis esdrúxulas engessam os agentes da Lei, que diante da onda de violência trazida pela imigração e toda sua agenda “multicultural”, nada podem fazer. Por exemplo: Gangues aprenderam que o uso de ácido em assaltos pode ser muito eficiente. Há paquistaneses que utilizam ácido para “corrigir condutas femininas desviadas”; as gangues viram o estrago que faz (rosto deformado, cegueira) e gostaram; aprenderam esta barbárie graças à “interação multicultural” Com isso, eles ameaçavam vitimas, roubam transeuntes, motos, automóveis, e na hora da fuga, não há a mais mínima preocupação. A policia britânica responde a tantos inquéritos se houver um acidente em perseguições policiais, que com medo de retaliações, perda de emprego e até PRISÕES, os policiais preferem não arriscar. Resultado: os bandidos roubam, deformam, correm, e ninguém vai atrás.

O aumento galopante no indice de criminalidade figura precipuamente no que os ingleses chamam de BAM (Black And Other Minorities), mas dificilmente você verá este dado veiculado na grande mídia. Assim como policiais “fora da linha” por perseguir bandidos são mandados para uma “reeducação politicamente correta”, jornalistas que divulguem qualquer noticia que possa ser interpretada como “racista” ou “discriminatória” tem de passar por um processo de “reciclagem” Ninguém pode informar, por exemplo, que a maior e mais violenta gangue em ação em Londres é uma gangue de Somalianos (mais uma maravilha da “interação multicultural”)

Ah, assim como no Brasil, há sempre aquele legislador ou magistrado “gênio” para “resolver” o problema sem que os criminosos sejam devidamente culpabilizados e punidos. Nick Madge, magistrado, diante do aumento de agressões usando armas brancas, propôs “retirar o gume das facas” E aí eu não sei se vocês entendem… O problema não é o sujeito pegar uma faca e enfiar no seu olho, afinal, um sujeito não é um individuo autônomo consciente e responsável por seus atos; não! A faca, sim! A faca pensa: “Hoje alguém vai me pegar e eu vou entrar no olho de alguém!” Então alguém passa e é atraído magneticamente pelo mantra do objeto. O sujeito toma a faca na mão e mata, mas o policial sabe que ele não foi o culpado, pois as facas podem ser muito persuasivas… O sujeito, então, é liberado. A faca, algemada. “Você tem o direito de ficar calada…” A faca obedece, talvez por falta de opção. O juiz determina que ela deve perder o gume. E então, a justiça foi feita.

Publicado por

O Lenho Verde

"Aquele que fala por si mesmo está buscando o seu próprio prestígio. Mas quem busca o prestígio daquele que o enviou é verdadeiro, e nele não há falsidade."

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