Desumanização política

“Educação é um ato político”, dizia o Guru da Educação brasileira, Paulo Freire. E na verdade, corre uma tradição já secular que tudo, absolutamente tudo é um ato político. Hoje em dia, você não pode mais ir ao banheiro sem tomar o partido de alguém. Mas o cumulo disso – e talvez o exemplo perfeito de transformar qualquer aspecto da vida pessoal num palanque oportunista – está no que Luiz Inácio Lula da Silva fez na MISSA de um ano do falecimento de sua esposa, Marisa Letícia. Alguns diriam que a Missa é um serviço a Deus. Outros, que é um serviço à alma do morto. Os menos espiritualistas, que é uma homenagem; um ato de lembrança. Para Lula, a Missa é um “ato político”

No palanque de campanha – A Missa – ele chorou (isto após ter jogado para esposa morta toda a culpa dos patrimônios desfrutados indevidamente pela família), disse estar sendo perseguido (e já há quem diga que “mataram dona Marisa de desgosto”, “Moro matou Dona Marisa”, etc., etc.) e concluiu afirmando que irá lutar pela “democratização deste país” (o que todos nós sabemos,significa “comunização deste país”, no dicionário vermelho dele e de seus consortes) Quão imoral é usar o corpo da esposa como palanque; uma Igreja para um comício? Este tipo de gente esvazia toda atividade humana de seu conteúdo original, substituindo-o por um fingimento histérico cuja única finalidade é convencer.

Publicado por

O Lenho Verde

"Aquele que fala por si mesmo está buscando o seu próprio prestígio. Mas quem busca o prestígio daquele que o enviou é verdadeiro, e nele não há falsidade."

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