Hipocrisia, ingratidão e militância

Todos estão acostumados com o processo de demonização da Polícia Militar no Brasil, onde a instituição é sistematicamente acusada de “despreparo” e “excessos criminosos” diante dos sempre cândidos “suspeitos” e “menores de idade”; estes que, não raro, recebem a policia a tiros de fuzil e granadas de mão.

Bom, o fato é que – como quase todo movimento subversivo que se conheça hoje – não se trata apenas de um fenômeno local, pontual, exclusivo do Brasil, e sim de algo que acontece de forma homogênea e orquestrada em praticamente todos os países do hemisfério ocidental do globo. Vejam, por exemplo, o caso da moda nos Estados Unidos. Tudo começou com um jogador de futebol americano “afrodescendente”, que passou a se ajoelhar durante a execução do hino nacional antes dos jogos como um “protesto contra a opressão sofrida pelos negros no país” e o “abuso de uma policia racista” Então o jogador colocava-se lá, de joelhos, mostrando toda sua “triste condição de negro” num país que lhe deu fama, glória e alguns milhões de dólares na conta.

Muito elogiado pela mídia e pelos ditos “movimentos sociais” (dos quais o jogador mesmo era simpatizante), logo a “manifestação” cresceu e se tornou endêmica, ao ponto de vermos, durante o Hino Nacional Americano – uma das solenidades mais presadas e admiradas pelo povo americano -, uma miríade de jogadores de joelhos, de cara feia, bufando, ou até mesmo RECUSANDO-SE A ESTAR PRESENTE DIANTE DA BANDEIRA. Não é preciso dizer que Donald J. Trump, enxergando ali uma hipocrisia e um desrespeito atroz – no mais, sabendo que se trata de mera propaganda Esquerdista travestida de “movimentos sociais”, como é no Brasil – iria se pronunciar sobre o assunto. E se pronunciou. Disse ele: “O jogador que desrespeita a bandeira americana, símbolo de nossas lutas, nossas vitórias e nossa unidade como povo americano, sendo ingrato com o país que tudo lhe deu, deveria ser demitido”

Como resultado, muitos dirigentes ávidos por seus minutos de fama; salivando para brilhar como “justiceiros sociais”, logo passaram a apoiar seus jogadores, participando eles também do ato de afrontamento à bandeira. Um dos que encabeçou o “levante” dos dirigentes chama-se SHAHID KHAN. Isto mesmo, UM MUÇULMANO de origem paquistanesa. Isto prova que há uma grande diferença entre um imigrante que se integra harmoniosamente ao país que o recebeu e pretende crescer juntamente com ele, e o imigrante que chega não tendo nada, passa a ter tudo, usurpa de todos os direitos, nega-se a todos os deveres, e – em última análise – cospe no prato que comeu (ou na bandeira que o ergueu)

(Demo Danado) – Eu acho que estes jogadores afrodescendentes que iniciaram o movimento estão muitos certos… E digo mais! Deveriam todos abandonar essa liga milionária em solo opressor americano e ir jogar na Mãe Africa! Lá sim eles serão verdadeiramente livres e terão real valor! Ah, já ia me esquecendo… Não existe liga milionária na Mãe Africa.

Publicado por

O Lenho Verde

"Aquele que fala por si mesmo está buscando o seu próprio prestígio. Mas quem busca o prestígio daquele que o enviou é verdadeiro, e nele não há falsidade."

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s